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REVISTA SÉRGIO FRANCO E CDPI

CDPIClínicasCDPI Mulher

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Em funcionamento desde 1999, a CDPI MULHER, possui um atendimento direcionado ao público feminino na avaliação diagnóstica por imagem, através de equipamentos de última geração nas áreas de Mamografia de Alta-Resolução e Digital, Ultrassonografia (3D / 4D), Dopplerfluxometria colorida, Densitometria Óssea e Ressonância Magnética. Dispomos de uma equipe médica e técnica especializada, com a preocupação constante em se manter atualizada, desenvolvendo um trabalho com seriedade e ética. Além de alta qualidade técnica, possui instalações agradáveis e funcionais.

Realizamos exames de alta complexidade e invasivos principalmente nos estudos de mama, com uma equipe experiente e muito bem treinada.

Exames disponíveis em obstetrícia:

  • Ultra-sonografia morfológica;
  • Ultrassonografia 3D/4D e com Doppler colorido;
  • Ressonância magnética de 1,5 T e 3,0 Tesla;

Exames disponíveis no diagnóstico por imagem das mamas:

  • Mamografia de alta resolução;
  • Mamografia com o sistema digital CR da Kodak;
  • Mamografia com o sistema digital DR da Siemens;
  • Ultrassonografia 3D/4D com Dopplerfluxometria colorida;
  • Ressonância magnética de 1,5 T e 3,0 Tesla;
  • Biópsia percutânea e marcação pré-cirúrgica pela mamografia, ultra-sonografia e ressonância magnética.

ULTRASSONOGRAFIA


As unidades da clínica CDPI possuem aparelhos de ultrassonografia de alta resolução, que realizam exames de abdome e pelve com Doppler colorido, vasculares, músculo-esqueleticos, mama e de pequenas partes e exames obstétricos com tecnologia em 3D / 4D, muito útil no diagnóstico de malformações fetais.

O exame ecográfico do feto permite analisar com grande riqueza de detalhes sua anatomia, biometria e bem estar.

Hoje, consiste em exame obrigatório na gestação.

Época de realização: primeiro, segundo e terceiro trimestres.

No primeiro trimestre deve-se avaliar:

Confirmação da Idade Gestacional

  • Morfologia primária fetal
  • Translucência nucal
  • Frequência cardiofetal
  • Ducto venoso
  • Implantação e corionicidade

No segundo trimestre deve-se avaliar a morfologia fetal.

No terceiro trimestre:

  • Rever parte da morfologia fetal
  • Avaliar:
  • posição fetal
  • Frequência cardiofetal
  • Cordão umbilical
  • Líquido amniótico
  • Placenta
1) Dopplerfluxometria Obstétrica Colorida

É o estudo da circulação útero feto placentária através da ultrassonografia com efeito Doppler, tendo como objetivo avaliar o bem estar do concepto e o estado da circulação placentária.

Época de realização: primeiro, segundo e terceiro trimestres.

Indicações:

  • Fisiologia fetal
  • Restrição do crescimento fetal
  • Anemia Fetal (Isoimunização)
  • Ecocardigrama fetal
  • Gestação Múltipla
  • Doppler materno
  • LES, colagenoses, hipertensão anterial, nefropatias, diabetes insulino-dependente, hemoglobinopatia, antecedente de pré-eclâmpsia / eclâmpsia / hematoma retro-placentário / morte fetal intra-útero.
  • hipertensão anterial
  • diabetes gestacional
  • proteinúria
  • hiperuricemia
  • trombopenia
2) Ultra-sonografia morfológica

A ultra-sonografia é um exame complementar, não invasivo, inócuo, que permite uma análise detalhada do concepto. Ela pode em geral ser subdividida em 3 níveis:

  • Nível I – ultra-sonografia básica.
  • Nível II – ultra-sonografia morfológica.
  • Nível III – ultra-sonografia em centro terciário (centro de referência em Medicina fetal).

A ultra-sonografia nível II (morfológica) deve ser realizada por médico especializado na avaliação de malformações fetais, tomando como objetivo avaliar parâmetros básicos tais como a estática fetal, estudo de sua biometria (diâmetro biparietal, circunferência cefálica, circunferência abdominal, comprimento femoral e umeral) e anatomia fetal detalhada conforme rotina empregada (quadros). Este exame deve ser realizado preferencialmente na 22a semana.

Avaliação crânio-facial

Crânio

Ossificação, continuidade, forma e tamanho Identificação das estruturas do parênquima cerebral Tálamos; pedúnculos cerebrais; ventrículos; cavum do septo pelúcido; hemisférios cerebrais; cerebelo; cisterna magna; corpo caloso; plexos coróides Face Perfil; nariz; órbitas; língua; lábios e palato Região cervical

Coluna

Planos longitudinal e transversal

 

Avaliação do tórax

  • Forma
  • Ecogenicidade dos pulmões
  • Presença de massas intra-torácicas (tamanho, forma, ecogenicidade, coleções fluidas)

Avaliação do coração

  • Forma
  • Ecogenicidade dos pulmões
  • Presença de massas intra-torácicas (tamanho, forma, ecogenicidade, coleções fluidas) Avaliação do coração.
  • 4 câmaras
  • Grandes vasos da base
  • Arco aórtico e ductal
  • Doppler colorido e M-mode (avaliar arritmias)

Avaliação do abdome

  • Estômago: tamanho e localização
  • Intestino: ecogenicidade
  • Fígado e vesícula biliar
  • Presença de coleções líquidas intra-peritoneais, massas
  • Parede abdominal: inserção do cordão
  • Rins (localização, tamanho, ecogenicidade)
  • Bexiga
  • Sexo fetal

Avaliação das extremidades

  • Ossos longos: número (12), comprimento, aspecto e ecogenicidade
  • Observar extremidades: posição, angulação
  • Dedos: número, aspecto e mobilidade

Avaliação do cordão umbilical, placenta e líquido amniótico

  • Vasos umbilicais: número, inserção
  • Placenta: espessura, ecogenicidade, inserção do cordão
  • Líquido amniótico: avaliação subjetiva; índice do líquido amniótico (ILA)

3) Ressonância magnética fetal

O uso da imagem como meio auxiliar no diagnóstico das patologias fetais sem dúvida foi um dos maiores avanços ocorridos na prática obstétrica desde os anos 70, sendo o maior responsável a ultrassonografia. Nas duas últimas décadas vemos a introdução de um novo método de diagnóstico por imagem, a ressonância magnética. Um breve esclarecimento a respeito deste método se faz necessário para nós obstetras:

Como funciona

A Ressonância Magnética é um exame de diagnóstico por imagem, não invasivo, desprovido de radiação ionizante. Ela está baseada na atividade eletromagnética dos átomos de hidrogênio, pois o corpo humano é primariamente gordura e água. Gordura e água têm muitos átomos de hidrogênio os quais fazem com que o corpo humano seja constituído aproximadamente por 63% de átomos de hidrogênio.

O corpo humano então é submetido a um alto campo magnético fazendo com que os átomos de hidrogênio se alinhem ao campo, quando então é fornecido um pulso de radiofrequência para desorientar os átomos, quando estes retornam ao seu estado anterior uma quantidade de energia é liberada sendo esta captada pelo aparelho e transformada em imagem no computador. Quanto maior a concentração de prótons de hidrogênio em um segmento estimulado, mais intenso será o sinal de ressonância.

utilizar

Utilizamos a Ressonância Magnética para o estudo do feto, quando não obtemos diagnóstico conclusivo na ultrassonografia, tais como:

- Alterações do sistema nervoso central, trato urinário, hérnia diafragmática, massas pulmonares e abdominais, presença de oligodramnia acentuada e obesidade materna, quando dificultada uma avaliação pela ultrassonografia. A idade gestacional ideal para iniciarmos o estudo pela Ressonância Magnética é a partir da 20ª semana.

Limitações da Ultrassonografia e da Ressonância Magnética no diagnóstico pré-natal USG RM Obesidade materna Alto custo Oligodramnia acentuada Dificuldade na padronização dos cortes Campo de visão limitado Movimentação fetal Baixa resolução tecidual Claustrofobia (reduzida nos aparelhos atuais) Visualização limitada da anatomia no 3º trimestre Artefatos de movimentação fetal Artefatos como atenuação acústica Pequeno valor diagnóstico no 1º trimestre.

Benefícios ou pontos positivos da Ultrassonografia e da Ressonância Magnética fetal no diagnóstico pré-natal USG RM Baixo custo Amplo campo visão Análise em tempo real Alta resolução tecidual Padronização estabelecida dos cortes anatômicos Avaliação de hemorragias Mapeamento com Doppler colorido Obtenção de três planos ortogonais sem artefatos Quantificação dos fluxos vasculares com Doppler Utilização de sequências que avaliam a função renal Avaliação em 3D Avaliação em 3D Grande valor no 1º trimestre

DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DA MAMA

A incidência de câncer feminino de mama apresentou um crescimento contínuo na última década, o que pode ser resultado de mudanças sociodemográficas e do maior acesso aos serviços de saúde. O seu prognóstico é bom, se diagnosticado nos estágios iniciais, com chances de cura que podem superar os 98%.

Todo esforço para rastrear essa doença na fase inicial, portanto, é justificável. A estrutura complexa da mama e a natureza sutil das lesões iniciais impõem ao radiologista a necessidade de uma constante renovação da aparelhagem que é utilizada, experiência e grande envolvimento pessoal.

A CDPI se orgulha de possuir o selo de qualidade em mamografia do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), renovado anualmente. Uma prova não apenas da excelência em métodos e serviços, mas de um sólido compromisso com a qualidade.

Esse compromisso será mostrado a você nas próximas páginas. Apresentamos, a seguir, métodos e equipamentos de última geração que fazem parte da CDPI. Investimos no que existe de mais avançado em termos tecnológicos para proporcionar aos clientes diagnósticos cada vez mais precisos.

1)Mamografia Digital

A mamografia é, ainda nos dias atuais, o principal exame para o diagnóstico do câncer da mama nas suas formas mais precoces e o único que demonstrou eficácia na redução da mortalidade através de estudos populacionais.

Apesar de ainda continuarmos utilizando a mamografia de alta resolução convencional, método amplamente comprovado cientificamente como eficaz na detecção do câncer da mama, é importante reconhecer as vantagens dos sistemas digitais (CR e DR), que permitem a manipulação das imagens diretamente no monitor, reduzindo a taxa de recall e de incidências complementares.

A maior pesquisa realizada no mundo sobre tecnologia digital, conduzida pelo National Cancer Institute, Digital Mammography Imaging Screening Trial (DMIST), concluiu que a mamografia digital apresenta acurácia diagnóstica maior entre as mulheres com mamas predominantemente densas, quando comparada com a mamografia de alta resolução com processamento convencional. O estudo demonstra ainda outras vantagens, como o acesso mais fácil às imagens por rede de computadores, melhores meios de transmissão, recuperação e armazenamento das imagens e uso de doses mais baixas de radiação. (Pisano ED et al. Diagnostic Performance of Digital versus Film Mammography for Breast-Cancer Screening. N Engl J Med 2005; 353:1773-83).

CDPI adquiriu dois sistemas distintos de mamografia digital:

Novation (DR) Siemens – mamógrafo com detectores de selênio amorfo que transformam diretamente o feixe de raios X em sinal digital.

CR 975 Kodak – realiza o processamento digital das imagens obtidas em aparelhagem de alta resolução convencional (MAMMOMAT 3000 da Siemens).

2) Ultrassonografia

É importante ressaltar, no entanto, a busca por um diagnóstico cada vez mais precoce do câncer de mama. Por isso, a associação com outros métodos diagnósticos tem sido utilizada com muito êxito, permitindo a identificação de um número significativo de lesões mamárias.

A ultrassonografia mamária é um método de diagnóstico por imagem amplamente utilizado na atualidade e reconhecido como de valor inestimável, seja como exame de rotina ou como complemento da mamografia.

Foram adquiridos pela CDPI aparelhos de ultra-sonografia de alta definição:

LOGIC 7, da GE – para as duas unidades da clínica, dotado de sondas lineares multifreqüenciais de 10 a 14 MHz, para utilização exclusiva em ultrassonografia mamária e operado pela mesma equipe médica especializada em mamografia.

3)Ressonância magnética

Aparelho de 3.0 Tesla Nos últimos anos, um outro método de diagnóstico por imagem vem se firmando como uma ferramenta útil e muitas vezes indispensável: a ressonância magnética mamária.

A ressonância magnética, combinada com a mamografia para pesquisa de câncer de mama, tem uma sensibilidade de 95% a 100% e uma especificidade de até 97%. Isso ocorre devido à utilização de bobinas específicas para o exame das mamas e aparelhos de alto campo (1,5 Tesla), capazes de permitir cortes mais finos e seqüências mais rápidas para obtenção das imagens.

Trabalhos recentes têm mostrado que os novos equipamentos de 3,0 Tesla possuem maior acurácia no diagnóstico de diminutas lesões tumorais. (Christiane K.K. et al. Contrast-enhanced MR Imaging of the Breast at 3.0 and 1.5 T in the Same Patients: Initial Experience. Radiology 2006 239: 666-76).

Por isso, a CDPI está instalando, de forma pioneira, no Rio de Janeiro, um dos aparelhos mais avançados que existem: Magneton Trio, da Siemens (3.0 Tesla) – esse equipamento permite uma melhoria nas resoluções espacial e temporal, essenciais para a caracterização correta de uma lesão e, conseqüentemente, um diagnóstico ainda mais preciso.

As principais indicações para a ressonância magnética mamária são: casos de cirurgias prévias, avaliação de seqüela pós-cirúrgica, acompanhamento após reconstrução mamária com implante, pacientes com alto risco genético, detecção do carcinoma oculto e, ainda, casos de mamas densas e lesão suspeita. A ressonância magnética é um excelente exame para avaliar corretamente o tamanho da lesão, a invasão de estruturas adjacentes e a presença de lesões multifocais e multicêntricas. Também fornece informações precisas sobre o tamanho e a vascularização do tumor, diferenciando tumores responsivos ou não à quimioterapia neoadjuvante. Finalmente, apresenta uma sensibilidade de praticamente 100% em detectar recidiva tumoral (Morris E. A Cancer Staging with Breast MR Imaging. MRI Clinics of North America May 2001; 9: 333-44).

4) Procedimentos invasivos por Ressonância Magnética, Ultra-sonografia e Mamografia

O progresso tecnológico da radiologia mamária diagnóstica e intervencionista tem uma grande participação na melhora do prognóstico do câncer de mama.

Um grande obstáculo, no passado, para a ressonância magnética era a dificuldade em realizar biópsias e fazer marcações pré-cirúrgicas das lesões detectadas. Hoje, a CDPI possui o único aparelho da América Latina com bobina dedicada de oito canais, permitindo uma imagem com maior resolução, maior capacidade para a realização de biópsia percutânea e marcação pré-cirúrgica com acessos medial e lateral à mama.

A marcação pré-cirúrgica guiada por ressonância magnética é um método seguro, com uma taxa de sucesso em torno de 98% (E. Morris, L. Liberman, Magnetic Resonance Imaging Guided Needle Localization Breast, MRI Diagnosis and Intervention; Springer; 2005; 280-96). Nesses casos, recomenda-se primeiro realizar uma ultra-sonografia direcionada na tentativa de localizar a lesão suspeita identificada na ressonância magnética, chamada de ultra-sonografia second look.

As lesões suspeitas sem expressão na ultra-sonografia second look devem ser biopsiadas ou localizadas pela ressonância magnética. As limitações do método são a presença de lesões muito próximas dos implantes mamários, lesões de localização muito profunda e intolerância da paciente.

A CDPI coloca também à disposição os métodos diagnósticos invasivos guiados por ultra-som e mamografia. Sua escolha dependerá do tipo da imagem, método em que esta é melhor visualizada, localização e mobilidade da lesão.

Os procedimentos disponíveis são:

Marcação Pré-cirúrgica (com fio metálico ou radioisótopo) – é a marcação da área de interesse, que será removida cirurgicamente por meio da inserção de fio flexível ou da injeção de radioisótopo (macroagregado de albumina associado a tecnécio 99).

Essa marcação poderá ser realizada por ultra-sonografia, por raios X (mamografia), denominada técnica biplanar, ou por ressonância magnética.

Punção Aspirativa com Agulha Fina (PAAF) – método diagnóstico que obtém material celular para exame citológico de lesões mamárias utilizando agulhas de calibre entre 22 e 25 gauge. A possibilidade do estudo adicional histopatológico com Cell Block permite diagnósticos mais precisos, reduz falsos-negativos, auxilia na diferenciação das lesões e evita perda de material.

A aspiração por agulha fina é um método simples e seguro, alcançando uma exatidão em torno de 90% (Kemp C. Punção Citológica Aspirativa por US em Lesão Mamária Não-palpável. In: Mamografia atual. Editora Revinter 1998; 225-38). As principais indicações da citopunção ocorrem na abordagem de coleções líquidas, como hematomas, seromas, abscessos ou cistos dolorosos, assim como na diferenciação entre cistos de conteúdo espesso e lesões sólidas. É ainda indicada na investigação de linfonodos axilares suspeitos.

Core Biopsia (biópsia de fragmentos) – consiste na retirada de fragmentos da lesão utilizando-se dispositivo automático (pistola) para a biópsia. Dispomos dessa técnica guiada por orientação ultra-sônica, com agulha 14 gauge acoplada à pistola automática de longo alcance (2,5 cm). São realizados uma média de dez disparos por lesão, com o material sendo enviado, em seguida, para estudo histopatológico. Nos casos de câncer, permite o planejamento cirúrgico definitivo, minimizando a eventualidade de margens positivas e de reexcisão. Apresenta uma sensibilidade de 84% a 100%, especificidade de 91% a 100% e uma taxa de falsos-negativos de 0,6% a 4%. (Ciatto S. et al. Accuracy and Underestimation of Malignancy of Breast Core Needle Biopsy: the Florence Experience of over 4000 Consecutive Biopsies. Breast Cancer Res Treat. 2006 jul. 6 – epub ahead of print). A categoria 4 do BI-RADS® é sua principal indicação. Na categoria 5, funciona apenas como subsídio ao planejamento terapêutico prévio. Na categoria 3, sugere-se punção percutânea em alguns casos especiais: follow-up indisponível ou comprometido (impedimento à futura gestação ou à mastoplastia, por exemplo), pacientes com história de quadrantectomia ou mastectomia na mama contralateral, pacientes de alto risco e cancerofobia.

Tijuca, Nova América, MD.X e Barra Tel.: 21 24329155  |  Leblon Tel.: 21 32062200  |  Ilha Tel.: 21 24681600